domingo, 21 de fevereiro de 2016

Preservação histórica e cultural






Preservação histórica e cultural




Colheita mecanizada de soja em Chapadão do Sul (MS)


 Colheita mecanizada de soja em Chapadão do Sul (MS)
Colheita mecanizada de soja em Chapadão do Sul (MS)


Agricultura planejada com homem trabalhando de forma artesanal


 Agricultura planejada com homem trabalhando de forma artesanal
Agricultura planejada com homem trabalhando de forma artesanal


Estudantes ribeirinhos em escola situada na margem do Rio Paraguai, Corumbá (MS)


  Estudantes ribeirinhos em escola situada na margem do Rio Paraguai, Corumbá (MS)
Estudantes ribeirinhos em escola situada na margem do Rio Paraguai, Corumbá (MS)


Crianças pedindo esmolas em sinaleiro


 Crianças pedindo esmolas em sinaleiro
Crianças pedindo esmolas em sinaleiro


A partir dessas imagens, podemos refletir porque ainda hoje, apesar da existência de modernas máquinas para o campo, existem pessoas trabalhando manualmente na colheita? Ou por que enquanto a maioria das crianças está na escola, outras estão pedindo esmolas nas ruas ou vendendo coisas nos sinaleiros? A vida no campo é muito diferente daquela que levamos nas cidades? As cidades mudaram muito ao longo do tempo? Como eram os transportes há cem anos? Como as pessoas se comunicam na atualidade?
Quando procuramos entender o mundo que nos cerca, estamos procurando entender a história do nosso tempo. Todos os fatos do passado, do presente e do futuro estão ligados.
As cidades, os povos e os países sofrem modificações com o tempo. Tudo tem uma história, desde a forma como nos vestimos, comemos, moramos, nos divertimos e falamos.
As mudanças que ocorreram desde o surgimento do ser humano na Terra, nas formas de se organizar em sociedade, no modo de trabalhar, na maneira de distribuir riquezas, nos costumes e até na forma de pensar influenciaram, de alguma forma, a nossa maneira de viver nos dias atuais. A História nos ajuda a entender melhor o momento em que vivemos e como é importante a nossa participação na sua construção.
Portanto, podemos dizer que a História é uma ciência que estuda o homem no tempo, buscando resgatar e compreender as suas realizações econômicas, sociais, políticas e culturais.
A História estuda as transformações das sociedades e também os aspectos que permanecem ao longo do tempo. É por meio desse estudo que podemos interpretar o passado, buscando compreender o presente.
Os objetos, as memórias, os documentos e as fotografias fazem parte do patrimônio histórico das pessoas, dos grupos e das nações. Assim, forma-se o patrimônio cultural, um bem muito importante que recebemos de herança e que nos ajuda a contar a história pessoal e coletiva e, consequentemente, deve ser guardado e protegido.
Não são apenas os achados dos períodos mais remotos que nos ajudam a entender a História. Todo o vestígio do passado pode ser chamado de fonte histórica. Nem todas essas fontes são de natureza escrita. Caso contrário, jamais conseguiríamos entender o passado daqueles grupos humanos que não deixaram nenhum registro escrito a respeito deles e de sua história.
Assim, o estudo do passado pela História não é feito apenas com documentos escritos, mas também a partir de diversos sinais que os seres humanos deixaram e que podem nos mostrar quais foram os costumes, os valores e as atitudes de um grupo de pessoas localizado no tempo e no espaço.
Todos possuimos algum objeto que foi guardado e que já pertenceu a um parente no passado. Lembranças, documentos, fotografias fazem parte da memória histórica das pessoas, dos grupos, das nações.
Por exemplo, se precisasse fazer um relato de toda a sua vida, desde o nascimento até agora, provavelmente, teria de utilizar outros recursos além da sua memória, como perguntar coisas a outras pessoas de seu convívio, olhar fotografias, procurar documentos, enfim, iria atrás de pistas para lembrar detalhes do seu passado.
Todas essas formas de registro são denominadas fontes ou documentos históricos, sendo, portanto, a história contada principalmente por meio do estudo dessas fontes.


Radio Antigo


  Radio Antigo
Radio Antigo




10 Cruzados


  10 Cruzados
10 Cruzados




Ferro de passar roupa antigo


 Ferro de passar roupa antigo
Ferro de passar roupa antigo




Baú antigo


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sábado, 20 de fevereiro de 2016

A preservação histórica e cultural do Mato Grosso do Sul





A preservação histórica e cultural do Mato Grosso do Sul



Desde os mais remotos tempos, o homem percebeu que dar nomes aos lugares onde ele circulava era importante para a localização e o reconhecimento deles.
Com o crescimento dos bairros e das cidades, a função de dar nomes aos locais públicos, como praças e ruas, passou para a Câmara dos Vereadores de cada município.
A principal função dessa medida foi a necessidade de criação de um cadastro oficial para a cobrança de impostos, uma vez que com a ausência desses dados ficava mais difícil a cobrança das taxas e dos impostos dos moradores.
Atualmente, devido ao crescimento das cidades, alguns bairros deixam de ser basicamente residenciais e passam a oferecer vários serviços. Nesse caso, seus moradores podem trabalhar, estudar e morar neles, pois ali encontram toda a infraestrutura de que precisam.
Os bairros e as cidades mudam bastante ao longo do tempo. Muitas vezes, não percebemos essas mudanças, mas elas estão acontecendo sempre e interferem na vida de todos nós.
Alguns bairros, por serem muito antigos ou por possuírem características muito típicas, retratam o passado de algumas cidades, como aqueles em que grande parte dos moradores é formada por um determinado grupo de imigrantes ou as histórias que os caracterizam são bastante marcantes.

O bairro Santa Fé possui o shopping Campo Grande


 O bairro Santa Fé possui o shopping Campo Grande
O bairro Santa Fé possui o shopping Campo Grande, o mais antigo da cidade, é o bairro com os maiores edifícios e possui o único hipermercado da cidade. Tem um polígono formado pelas ruas: Ceará, Caconde, José Gomes Domingues, das Garças, Kriptônio, Silex, Autonomista, divisa da Coophafé e prolongamento, Avenida Nelly Martins, Rua Prof. Luiz Alexandre de Oliveira, Rua Ivan Fernandes Pereira e Avenida Afonso Pena.



Localizado na Moreninha III, o Parque Jacques da Luz possui um estádio com capacidade para seis mil pessoas.


 Localizado na Moreninha III, o Parque Jacques da Luz possui um estádio com capacidade para seis mil pessoas.
Localizado na Moreninha III, o Parque Jacques da Luz possui um estádio com capacidade para seis mil pessoas.









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sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016

A formação da cultura do Mato Grosso do Sul





A formação da cultura do Mato Grosso do Sul



Nosso país, o Brasil, assemelha-se a um grande mosaico formado por milhões de pequenas peças que representam cada um de nós.
Somos um povo constituído pela mistura de vários grupos humanos formados por pessoas nascidas no Brasil e em muitos outros países e continentes, as quais adotaram a nacionalidade brasileira. São pessoas com características físicas diferentes, sotaques e costumes diversos.

CALIXTO, Benedito. Anchieta e Nóbrega na cabana de Pindobuçu.


 CALIXTO, Benedito. Anchieta e Nóbrega na cabana de Pindobuçu. 1853-1927. Óleo sobre tela. Museu Paulista da USP.
CALIXTO, Benedito. Anchieta e Nóbrega na cabana de Pindobuçu. 1853-1927. Óleo sobre tela. Museu Paulista da USP.


A atuação dos padres missionários contribuiu fortemente para o uso das línguas indígenas, uma vez que encontraram muitas dificuldades ao usar a língua portuguesa na catequese dos índios.
Somente na segunda metade do século XVIII, com a implantação do uso da língua portuguesa por meio de decreto do governo de Portugal, é que se obrigou o ensino da gramática portuguesa no Brasil.
Houve também uma grande influência das culturas africanas no modo de falar no Brasil, principalmente nas regiões onde o trabalho escravo foi mais marcante.
Um exemplo dessas influências são as inúmeras palavras de origem africana que foram incorporadas ao nosso idioma como: dengo, cafuné, mulambo, samba, moleque, batuque, macumba, cachimbo, angu, caçamba, quitute, camundongo, cafajeste, mocotó, jiló, mucama, catinga, tanga, entre muitas outras.
A base da vida religiosa brasileira também foi bastante diversa. Povos de culturas e origens diferentes, convivendo em um mesmo espaço, produziram uma mistura de crenças e religiões.
Os padres jesuítas e outras ordens religiosas que vieram para o Brasil tentaram, com a catequese, diminuir os conflitos existentes entre os portugueses e os indígenas. Porém, ao criar escolas para crianças indígenas, ensinavam também muito da cultura europeia.
Já entre os africanos, que foram trazidos como escravos para o Brasil, a prática de suas religiões de origem era uma forma de resistir à escravidão e continuar com a sua cultura no Brasil. Proibidos de praticar suas crenças, os africanos acabaram adaptando seus cultos no Brasil. Iemanjá, a mãe de todos os orixás, passou a ser também Nossa Senhora da Conceição. Oxalá, que originalmente era o orixá da criação, passou a ser conhecido como Nosso Senhor do Bonfim.
No Brasil colonial, por exemplo, a mais popular de todas as festas era realizada em louvor ao Divino Espírito Santo, que desde o século XIV ocorria em Portugal.Em tal ocasião, era coroado um imperador que desfilava pelas ruas com sua corte. Semelhantemente a essa festa, os africanos escravizados no Brasil encenavam a eleição de um rei, que era coroado e desfilava pelas ruas com sua corte.
Nem todas as pessoas que vivem no Mato Grosso do Sul nasceram aqui. Assim como os demais estados do Brasil, a composição da população é muito diversificada e as influências na nossa cultura também é muito grande. A saltenha, por exemplo, espécie de pastel de forno, muito consumido no estado, trata-se de uma influência culinária dos bolivianos que para aqui vieram. Deles também temos a flauta andina chamada “tarca”.

Este modelo de flauta de bico quadrado


 Este modelo de flauta de bico quadrado, de madeira massiva, frequentemente é esculpida e usada para acompanhar as danças folclóricas.
Este modelo de flauta de bico quadrado, de madeira massiva, frequentemente é esculpida e usada para acompanhar as danças folclóricas.


Da mesma forma que existe uma grande variedade e influências nas festas, na religiosidade, no vocabulário, na cultura de modo geral, a culinária típica do estado do Mato Grosso do Sul também tem herança forte do encontro entre as culturas indígenas, africanas e europeias e de vários estados do país, bem como dos países vizinhos.
Durante os séculos XVI e XVII, quando a capitania de São Paulo, antes chamada de São Vicente era muito pobre, pois estava longe do eixo nordestino produtor de açúcar, os colonizadores foram adquirindo parte dos hábitos alimentares e agrícolas dos índios, que eram as farinhas (de mandioca, de trigo ou de milho). A farinha de mandioca, por exemplo, era o alimento preferido dos bandeirantes, pois se conservava por mais tempo. Além disso, os bandeirantes costumavam plantar feijão, abóbora e milho durante o percurso para comê-los no retorno de suas viagens.
O milho se tornou muito importante ao longo do tempo, tanto na região central do Brasil como no Mato Grosso do Sul por causa de farinhas, canjicas, curaus, pamonhas, entre outras. O uso da mandioca, do milho, do feijão, da batata-doce e outros alimentos são influência das culturas indígenas incorporadas pelas tradições dos viajantes.
No Mato Grosso do Sul, a diversidade de pratos e costumes ligados à culinária é resultante da variedade de povos que aqui já viviam e dos que aqui se instalaram.
A forte influência indígena se traduz no gosto pelos frutos do mato, como a guavira, o cajuzinho, o pequi, pela mandioca e peixes variados, caldo de piranha, sopa paraguaia, chipa, puchero. O gosto por uma infinidade de pratos que vão do churrasco, do arroz de carreteiro, a farofa de banana, a polenta, o quibe até o yakisoba e por doces como rapaduras, geleia de mocotó, canjica, sorvete de bocaiuva, entre outros, são apenas alguns exemplos da diversidade cultural desta terra.
A migração de gaúchos, que teve início ainda no século XIX pela fronteira com o Paraguai, aumentou o gosto pelo consumo da erva-mate na região. Apesar da erva-mate já ser cultivada pelos guaranis antes mesmo da chegada dos colonizadores na América, foi principalmente devido à vinda dos gaúchos para a região que se desenvolveu a cultura do uso da erva-mate para o chimarrão.
A pequena cuia do mate foi substituída pela grande cuia do chimarrão e nas últimas décadas o costume de se dançar o chamado “vanerão” e apreciar um bom churrasco tornou-se marca importante no estado do Mato Grosso do Sul.
Na música, mais precisamente, existe uma mistura de sons como canto de viola, sertanejo, samba, polca, guarânia, chamamé, vanerão, rasqueado, xote, cururu, siriri, pop, rock, forró, chorinho, blues, instrumental, entre outros. Apenas para citar dois exemplos de origem da pluralidade na música no nosso estado, temos as influências dos paulistas que nos trouxeram as valsas e as marchinhas, como também a moda de viola trazida pelos migrantes de Minas Gerais.
Também nas danças e brincadeiras esta variedade se faz presente, por exemplo, na região do Pantanal é praticado o cururu, uma espécie de brincadeira com passos de dança executados pelos violeiros, como flexões simples e/ou complicadas, a fim de proporcionar animação. É praticada apenas por homens que tocam suas violas de cocho e ganzás cantando versos conhecidos ou improvisados sobre o cotidiano pantaneiro.
Entre tantas outras danças que se praticam na região da fronteira está o chamado “chupim” que é dançado ao som e ao ritmo da polca paraguaia, em número de três pares com movimentos da dança conhecidos como: cadena, tourear o par, dançar e rodar o par.

A viola de cocho é um instrumento construído artesanalmente e recebe este nome por ser confeccionada em tronco de madeira inteiriço.


 A viola de cocho é um instrumento construído artesanalmente e recebe este nome por ser confeccionada em tronco de madeira inteiriço
A viola de cocho é um instrumento construído artesanalmente e recebe este nome por ser confeccionada em tronco de madeira inteiriço, esculpido no formato de uma viola e escavado na parte que corresponde à caixa de ressonância. Esse instrumento é feito de materiais da região, como a madeira do sarã ou timbaúba (ou chimbuva), cola de poca, cordas de tripa de bugio ou de ema. A viola de cocho foi reconhecida como patrimônio nacional, registrada no livro dos saberes do patrimônio imaterial brasileiro em dezembro de 2004.



Cuia de tererê


Cuia de tererê.
Cuia de tererê.




Glossário


Mosaico: pavimento de ladrilhos ou pequenas pedras coloridas que, pela sua distribuição, formam desenhos. Conjunto de elementos justapostos ou conglomerados.
Sotaques: pronúncia característica de um indivíduo, de uma região, etc.
Mulambo: farrapo, pano velho, rasgado e sujo.
Angu: papa espessa de fubá ou de farinha de mandioca.
Orixás: divindades cultuadas pelos iorubas, trazidas para o Brasil pelos africanos; também são conhecidos como guias.






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segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016

As atividades econômicas do Mato Grosso do Sul






Atividades econômicas são atividades exercidas pelas pessoas que geram renda, que é o mesmo que recursos financeiros, promovem a criação de empregos e fazem a economia crescer. As atividades econômicas desenvolvidas em Santa Catarina, como em qualquer outro lugar, são atividades realizadas no comércio local, na agricultura, nas indústrias, no transporte, nas comunicações, na atividade turística, no extrativismo, etc. Tudo isso faz parte das atividades que geram recursos e por isso são econômicas. Elas podem ser exercidas tanto no espaço rural como no espaço urbano.
As atividades exercidas na zona rural, como agricultura, pecuária, extrativismo, pesca, mineração, pertencem ao setor primário da economia.
Já as atividades que se dedicam à transformação ou ao processamento dos produtos que vêm da zona rural, tanto da agricultura quanto da pecuária, são as atividades industriais, e pertencem ao setor secundário da economia.
Depois de processados, esses produtos vão para o comércio, onde são vendidos, pertencendo esta atividade ao setor terciário da economia, assim como: prestação de serviços, transportes, comunicação, turismo, entre outros.
A economia do estado está baseada principalmente na agricultura e pecuária e nas duas últimas décadas se sobressaiu na agroindústria, gerada pela produção da matéria da agricultura e pecuária. Também podemos incluir a indústria da extração mineral, prestação de serviços e turismo na geração de riquezas para o estado.

Colheita de soja na área rural de Costa Rica (MS)


Colheita de soja na área rural de Costa Rica (MS)
O estado do Mato Grosso do Sul se destaca atualmente com a alta produtividade obtida com a mecanização e a tecnologia empregadas nas lavouras de grãos. Colheita de soja na área rural de Costa Rica (MS)


Comitiva de gado tocada por peões pantaneiros. Corumbá (MS).


 Comitiva de gado tocada por peões pantaneiros. Corumbá (MS).
Na temporada das cheias periódicas no Pantanal, quando os rios sobem e o gado bovino precisa ser transferido para áreas mais altas, “as cordilheiras”, são dias de muito trabalho para os peões pantaneiros. Depois de quatro meses, quando o pantanal estiver seco, o gado voltará. É um ciclo que se renova. Isso é muito importante para o ecossistema pantaneiro. Comitiva de gado tocada por peões pantaneiros. Corumbá (MS).


Agroindústria sucroalcooleira – Usina São Fernando, a 20 km da zona urbana de Dourados (MS).


 Agroindústria sucroalcooleira – Usina São Fernando, a 20 km da zona urbana de Dourados (MS).
Agroindústria sucroalcooleira – Usina São Fernando, a 20 km da zona urbana de Dourados (MS).


Vista geral da estação de britagem no complexo de Corumbá (MS), localizado no Morro do Urucum.


 Vista geral da estação de britagem no complexo de Corumbá (MS), localizado no Morro do Urucum.
Produção de manganês no Maciço de Urucum em Corumbá. O maciço recebeu este nome pela cor de suas terras que se assemelha à cor das sementes do urucum. Vista geral da estação de britagem no complexo de Corumbá (MS), localizado no Morro do Urucum.


Três Lagoas é outro polo industrial que se destaca na fabricação de papel e celulose. Três Lagoas (MS)


  Três Lagoas é outro polo industrial que se destaca na fabricação de papel e celulose. Três Lagoas (MS)
Três Lagoas é outro polo industrial que se destaca na fabricação de papel e celulose. Três Lagoas (MS)


Bonito (MS), um dos principais polos de ecoturismo do país.


 Bonito (MS), um dos principais polos de ecoturismo do país.
Bonito (MS), um dos principais polos de ecoturismo do país.





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domingo, 14 de fevereiro de 2016

Setor primário da economia do Mato Grosso do Sul







Setor primário da economia do Mato Grosso do Sul



A atividade agrícola no estado, atualmente, utiliza métodos modernos, em grande parte com mecanização nas lavouras de soja e outras tecnologias. Destacam-se as culturas de soja, arroz, trigo, milho, sorgo, feijão, mandioca, algodão, café, amendoim e cana-de-açúcar, que é uma das culturas que mais vem crescendo no estado. Nos municípios de Sidrolândia e Maracaju estão instaladas usinas de etanol. Os municípios da região centro-norte destacam-se pela cultura do milho e da soja.

Colheita de soja na área rural de Costa Rica (MS)


Colheita de soja na área rural de Costa Rica (MS)
O estado do Mato Grosso do Sul se destaca atualmente com a alta produtividade obtida com a mecanização e a tecnologia empregadas nas lavouras de grãos. Colheita de soja na área rural de Costa Rica (MS)


Agroindústria é o nome dado à atividade econômica que usa tecnologia para melhorar a produção e transformar e industrializar esses produtos, com o objetivo de comercializá-lo em grande escala. Geralmente se instalam no campo, próximas de onde é produzida a matéria-prima. Um exemplo são as indústrias sucroalcooleiras do estado, que ficam próximas às regiões produtoras da matéria-prima, a cana. É uma atividade do setor secundário, porém realizada no espaço rural.

Agroindústria sucroalcooleira – Usina São Fernando, a 20 km da zona urbana de Dourados (MS).


 Agroindústria sucroalcooleira – Usina São Fernando, a 20 km da zona urbana de Dourados (MS).
Agroindústria sucroalcooleira – Usina São Fernando, a 20 km da zona urbana de Dourados (MS).




A pecuária


As primeiras cabeças de gado bovino e equino estão presentes no estado desde o século XVI, quando jesuítas espanhóis dirigiam reduções indígenas no sul do Mato Grosso, conhecida como Itatim, mas com a destruição dos aldeamentos pelos bandeirantes paulistas, em 1659, os indígenas foram levados como escravos e o gado bovino e equino ficou disperso na região.

Maquete representando como eram as reduções jesuíticas do Itatim (MS)


 Maquete representando como eram as reduções jesuíticas do Itatim (MS)
Maquete representando como eram as reduções jesuíticas do Itatim (MS), exposta no Museu de História do Pantanal, localizado em Porto Geral – Corumbá (MS).


Depois, muitas cabeças de gado vieram da Bahia e São Paulo para abastecer as minas e a população que vivia em torno delas. Assim prosperou a criação de gado, atividade realizada pelos donos das terras.
Quando a mineração se extinguiu, a criação de gado foi a atividade que mais se desenvolveu na província do Mato Grosso e estes passaram a ser criados mais ao sul, onde as terras eram boas para pastagens. No final do século XIX, iniciou-se o abate industrial de bovinos para a produção de charque, como faziam no Rio Grande do Sul, e a comercialização do couro in natura. Assim foram criadas charqueadas em Corumbá, região pantaneira, e em Porto Murtinho, onde estava instalado o Saladero Cuê, fábrica de propriedade do uruguaio José Grosso de Ledesma, que beneficiava a carne em charque, no apogeu das riquezas geradas pela erva-mate, charque e tanino.
Atualmente, a criação de gado bovino é a principal atividade econômica do Pantanal, com rebanho em torno de 3 milhões de cabeças. A região é muito propícia para a pecuária devido às pastagens naturais e de planície.
Além da produção de carne, a região ainda lucra com leite, couro e pele, abastecendo tanto o mercado local, quanto o mercado consumidor de outras regiões brasileiras. Além do gado bovino, há também grandes criações de suínos, ovinos, equinos e principalmente de galináceos no estado.


Comitiva de gado tocada por peões pantaneiros. Corumbá (MS).


 Comitiva de gado tocada por peões pantaneiros. Corumbá (MS).
Na temporada das cheias periódicas no Pantanal, quando os rios sobem e o gado bovino precisa ser transferido para áreas mais altas, “as cordilheiras”, são dias de muito trabalho para os peões pantaneiros. Depois de quatro meses, quando o pantanal estiver seco, o gado voltará. É um ciclo que se renova. Isso é muito importante para o ecossistema pantaneiro. Comitiva de gado tocada por peões pantaneiros. Corumbá (MS).






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sábado, 13 de fevereiro de 2016

Atividades extrativistas do Mato Grosso do Sul






Atividades extrativistas do Mato Grosso do Sul



O extrativismo é a atividade mais antiga praticada pela humanidade. Consiste na coleta de produtos naturais de origem animal, vegetal e mineral, que podem ser consumidos in natura ou são utilizados como matéria-prima nas indústrias de transformação.
A atividade extrativista, quando realizada de forma clandestina e indiscriminada, causa grandes danos à natureza, e pode até levar à extinção de determinadas espécies vegetais e animais, como a extração indiscriminada da madeira.

Caminhão com lascas de itaúba em Campo Grande (MS)


Caminhão com lascas de itaúba em Campo Grande (MS)
Caminhão com lascas de itaúba em Campo Grande (MS)


Extrativismo vegetal: por vários séculos o extrativismo da mata nativa concentrou-se na extração da madeira, realizada de forma indiscriminada no passado. Atualmente, obedece às normas da legislação, para garantir a conservação dos ecossistemas mesmo fazendo uso dos recursos naturais.
Muitas carvoarias, instaladas no estado, cometem crime ambiental ao fazer o desmatamento sem autorização legal da madeira, para a produção do carvão vegetal, contribuindo para o desequilíbrio ambiental. O trabalho nas carvoarias é pesado e desumano e muitas delas empregam crianças, mesmo sabendo que é proibido utilizar o trabalho infantil.
O desmatamento também ocorre para fornecer matéria-prima para as indústrias de fabricação da celulose e papel na região leste do estado.
No Pantanal, a espécie de maior aproveitamento é o quebracho, do qual se extrai o tanino, utilizado no curtimento do couro. A erva-mate também foi fonte de riqueza para o extrativismo do estado e produto de exportação por um longo período. Atualmente as lavouras são cultivadas.

Criança trabalhando em carvoaria.


Criança trabalhando em carvoaria.
Criança trabalhando em carvoaria.


Extrativismo animal: o estado possui fauna muito rica e diversificada, e por isso tem atraído muitos caçadores, embora o extrativismo animal representado pela caça não tenha expressão comercial oficializada, assim muitas das atividades de caça são ilegais e consideradas predatórias.
Um exemplo é a matança indiscriminada de jacarés, aves como a garça, animais como lontras, ariranhas, que ocasionam o desequilíbrio ambiental e até mesmo a extinção de algumas espécies.

Extrativismo animal - Jacaré


Extrativismo animal - Jacaré
Extrativismo animal - Jacaré


Extrativismo mineral: atualmente, a mineração desenvolveu-se e passou a ser atividade extrativista que se utiliza de alta tecnologia e tem produção em larga escala, por isso é considerada uma atividade industrial.
Os minérios mais explorados são: ferro, calcário, manganês, estanho, mármore e rocha britada. Na cidade de Corumbá, encontra-se a jazida de Urucum, de onde é extraído o manganês. As jazidas de calcário estão nos municípios de Miranda, Bodoquena, Bonito e Bela Vista.

Vista geral da estação de britagem no complexo de Corumbá (MS), localizado no Morro do Urucum.


 Vista geral da estação de britagem no complexo de Corumbá (MS), localizado no Morro do Urucum.
Produção de manganês no Maciço de Urucum em Corumbá. O maciço recebeu este nome pela cor de suas terras que se assemelha à cor das sementes do urucum. Vista geral da estação de britagem no complexo de Corumbá (MS), localizado no Morro do Urucum.



Sementes de urucum


Sementes de urucum.
Sementes de urucum.








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quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016

Setor secundário da economia do Mato Grosso do Sul






Setor secundário da economia do Mato Grosso do Sul



A atividade industrial pertence ao setor secundário da economia. A indústria é toda atividade que se dedica a manipular, transformar ou processar as matérias-primas em outro produto. Por exemplo, a carne suína (matéria-prima) em um frigorífico é processada e transformada em determinados produtos como linguiça, presunto e outros.
Só para lembrar: a indústria é a atividade econômica que transforma os recursos naturais em bens de consumo, podendo ser mecanizada ou artesanal. Aquela que utiliza equipamentos e técnicas que permitem a produção em grande quantidade, produção em série, é a indústria mecanizada.
A indústria artesanal utiliza ferramentas simples e é praticada por uma pessoa ou um pequeno grupo de pessoas, as quais participam de todas as etapas de produção desde o preparo da matéria-prima, confecção, acabamento e, muitas vezes, até da comercialização.
A atividade artesanal no Mato Grosso do Sul apresenta variados tipos quanto ao material e às formas de fabricação. Destaca-se principalmente o artesanato da cultura indígena como as cerâmicas de coloração avermelhada produzida pelos Terena, o artesanato dos Caiwá na arte plumária, e as cerâmicas com desenhos geometrizados e coloridas dos Cadiwei.

Os Terena se destacam na arte cerâmica, que tem como característica principal o avermelhado polido e o grafismo com padrões de sua cultura.


Os Terena se destacam na arte cerâmica, que tem como característica principal o avermelhado polido e o grafismo com padrões de sua cultura.
Os Terena se destacam na arte cerâmica, que tem como característica principal o avermelhado polido e o grafismo com padrões de sua cultura. É por meio da produção artesanal, que as principais etnias expressam seus costumes.



Cocar feito por indígenas Caiwá com penas de galinha e retalhos de pano.


Cocar feito por indígenas Caiwá com penas de galinha e retalhos de pano.
Cocar feito por indígenas Caiwá com penas de galinha e retalhos de pano.


Há ainda produção de peças esculpidas em madeira da região retratando as figuras da fauna do Pantanal, e também objetos confeccionados em fibras naturais como salsaparilha, taboca.
A atividade industrial no estado cresceu e se diversificou bastante nas três últimas décadas. Campo Grande é o principal centro industrial com a produção de gêneros alimentícios, seguido da indústria de produção mineral beneficiada e principalmente a indústria frigorífica, bem expressiva no estado, que beneficia principalmente a carne bovina.
Na parte oeste do estado, Corumbá possui núcleo industrial na produção de cimento, fiação, cortume e uma siderúrgica que trata o minério extraído no Maciço de Urucum.

Três Lagoas é outro polo industrial que se destaca na fabricação de papel e celulose. Três Lagoas (MS)


  Três Lagoas é outro polo industrial que se destaca na fabricação de papel e celulose. Três Lagoas (MS)
Três Lagoas é outro polo industrial que se destaca na fabricação de papel e celulose. Três Lagoas (MS)


Grande parte da produção do estado é escoada por meio das rodovias e parte chega até o Porto de Santos (SP) e Paranaguá (PR).
A navegação fluvial foi bastante utilizada no passado, quando o porto de Corumbá fazia a ligação com Ladário, Porto Esperança e Porto Murtinho, todos no rio Paraguai. Corumbá ainda é um importante porto para comboios de chatas que vão para o sul até o rio da Prata, Assunção e Paraguai.

Principais rodovias do estado do Mato Grosso do Sul


 Principais rodovias do estado do Mato Grosso do Sul
Principais rodovias do estado do Mato Grosso do Sul






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